NET-A-PORTER Limited

Fernanda Neute

A entrevista abaixo faz parte do nosso Podcast Chats by Claur, apresentado por Clau Ribeiro Bernstein. Você pode ouvir essa conversa na íntegra pelo Spotify e iTunes

A Ressignificação de Morar em New York

@feneute

“Eu conheci um lado bom de ficar em casa que eu não conhecia”

Fernanda

Para muitos, morar cada hora em lugar pode parecer um pouco desconfortável, só que para ela – uma verdadeira digital nomad – foi difícil parar em um lugar só. Não é uma surpresa, que ela escolheu a cidade que nunca pára, que nunca dorme.


CR: Como foi o começo da sua nova vida em NY?
FN: Eu sempre amei conhecer novos lugares e principalmente restaurantes porque eu gosto muito de gastronomia então eu comecei a anotar tudo em uma agenda que eu queria fazer, eu reservava mesa com antecedência e as vezes eu ia sozinha mesmo, o meu marido não gosta tando quanto eu de restaurantes. A minha prioridade sempre foi aproveitar ao máximo o que eu podia e fazer valer a pena nova iorque.

CR: O que muda pra você na sua casa em NY?
FN: No atual momento eu conheci um lado bom de ficar em casa que eu não sabia. Não esta legal ficar do lado de fora.

CR: Qual é a parte ruim de morar em NY?
FN: É tudo muito caro!

CR: Por que você escolheu NY?
FN: Porque aqui é uma cidade muita aberta para os imigrantes é uma cidade muito internacional e acolhedora e por isso a gente conhece uma quantidade enorme de pessoas novas de diferentes partes do mundo. Também o fato de ter vôo direto pro Brasil me agrada muito.

“Hoje eu prefiro pensar muito mais na causa das coisas. Se meu cabelo está caindo, eu vou usar um shampoo anti-queda? Não. Hoje quero ver o porque o meu cabelo está caindo… Antes eu cuidava só do sintoma e não da causa do probema”

Fernanda

CR: É difícil encontrar trabalho em NY?
FN: Sim. É a maior furada acreditar que é fácil encontrar trabalho aqui. Se você tiver já uma proposta de trabalho antes de se mudar ok mas mesmo assim a competitividade é enorme.

CR: O que a Fernanda do passado falaria para a Fernanda do presente?
FN: Cuida da sua saúde! Hoje em dia eu procuro muito mais saber a causa das coisas para poder tratar. Se meu cabelo está caindo, eu vou usar um shampoo anti-queta? Não. Hoje quero ver o porque o meu cabelo esta caindo.

CR: Como foi o seu processo para construir uma nova carreira?
FN: Tive que procurar um propósito no trabalho e fico feliz de ajudar as pessoas a serem mais felizes com o meu canal. Mas não tem mágica, não vamos ser felizes o tempo todo.

CR: Quanto custa em média para morar e NY:
FN: 4 mil dólares livre por mês mas depende também do estilo de vida, esse valor é para o básico.

CR: O que mais sente falta do Brasil?
FN: Só da minha família e mais nada.


Fotos: Cortesia Fernanda Neute

Carlos Domingos

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Life Lessons


Um cliente não satisfeito e mal atendido pela Ferrari, fez com que suas sugestões não ouvidas se tornassem o combustível para lançar sua própria marca de carros – a Lamborghini. Essa é a apenas uma das incríveis histórias narradas pelo nosso guest Carlos Domingos, autor do livro Oportunidades Disfarçadas.


CR: Existe algum hábito específico enquanto está no processo de escrita do livros ou de suas colunas?
CD: Sim. Costumo fazer de uma forma mais intuitiva, eu medito diariamente antes de começar a trabalhar e quando eu sendo pra escrever as coisas já estão mais claras na minha cabeça. Durante o dia também eu paro as vezes por 15 ou 20 minutos pra fazer outra coisa, ficar com meus filhos ou ler alguma notícia. Dessa forma é muito melhor trabalhar porque eu consigo ser mais produtivo e não é cansativo.

CR: Qual atividade ou hábito que te torna mais feliz, mais produtivo ou mais criativo?
CD: Faço exercicios, natação mas nada muito diferente. Estar em movimento já ajuda bastante.

CR: Você ganhou diversos prêmios; fundou, negociou a venda à um grupo internacional e presidiu uma bem sucedida agência. Você pensa em abrir mais algum negócio no futuro?
CD: Na verdade estou criando uma plataforma nova com a intenção de impactar e ajudar as pessoas que gostaram do meu livro. Quero mostrar que nós brasileiros também podemos inovar e empreender.

“A minha ambição é tentar transformar o mundo dos negócios em uma forma interessante e pop. As plataformas mais antigas falam de uma forma muito dura que chega a ser chato”

Carlos

CR: Como surgiu a ideia do primeiro livro?
CD: Antes do livro eu escrevi um artigo do oportunidades disfarçadas e recebi 80 email, escrevi o segundo artigo e recebi 120 emails, o terceiro artigo e recebi 140 emails. No total eu escrevi 15 artigos. E todo mundo me pedia a fonte das histórias mas não era uma fonte única que eu usei então decidir reunir todas e fazer uma fonte única. Cheguei a quase 200 casos e livro saiu em 2009 e já é um best-seller já vendeu mais de 100 mil cópias, foi lançado em Portugal e agora tem uma editora dos Estados Unidos interessada também.

CR: Como foi fazer o segundo livro?
CD: Eu fui passar um tempo em Londres com a família após sair da agência e ficamos por lá um ano e meio. Tive esse tempo pra pensar no que eu gostaria de fazer porque ser CEO ocupa muito o nosso tempo. Como eu queria continuar contribuindo para as pessoas eu decidir fazer uma pesquisa grande e reunir novas histórias por Londres mesmo, cheguei em quase 400 novos casos, voltando pro Brasil eu acabei de escrever e lancei. E agora quero não só continuar escrevendo mas quero transformar esse conteúdo em videos.

CR: Quais são as oportunidades disfarçadas que você destaca na pandemia?
CD: Podemos falar das crises, qualquer crise muda o mundo. Eu acho que vamos ter muitas mudanças e uma delas é o de trabalhar home office porque isso é qualidade de vida e ganhamos mais tempo trabalhando em casa. Outra coisa que eu acho também que vai mudar é a questão do desperdício de comida, existem já algumas plataforma que vendem aquelas frutas consideradas “imperfeitas” que estão crescendo muito no mercado, porque que diferença faz se a fruta não é perfeita se você vai fazer um suco por exemplo.

“Temos que aprender a lidar com as limitações”

Carlos sobre a COVID-19

CR: Quais livros que mudaram sua vida e porque?
CD: São vários. Um deles é a Arte de fazer amigos e Influenciar Pessoas do Dale Carnegie, eu li quando era adolescente e fiquei muito encantado com esse livro e me ajudou muito quando eu estava á frente das agências de publicidade porque eu aprendi a falar sobre o ponto de vista dos outros e não do meu. Um outro livro mas esse sobre ficção que eu acho que ajuda muito a gente abrir a mente é o Memórias póstumas do Brás Cubas e o Dom quixote também do Miguel de Cervantes. Agora na pandemia estou lendo o Mitologia Primitiva do Joseph Campbell que fala como surgiu os símbolos que exisgem hoje. Eu acho que livro legal é aquele que a gente ta lendo no momento.


Fotos: Cortesia Carlos Domingos

Caroline Lamin El’Saman

A entrevista abaixo faz parte do nosso Podcast Chats by Claur, apresentado por Clau Ribeiro Bernstein. Você pode ouvir essa conversa na íntegra pelo Spotify e iTunes

Rejuvenescimento Natural e o Poder do Agora

avidaquantica @avidaquantica

“A chave do rejuvenescimento é o alinhamento das nossas emoções com os nossos órgãos”

Carol

O nosso corpo é uma máquina incrível, perfeita, e antes de pensarmos em mil tratamentos estéticos, o ideal seria pensarmos que a solução para tudo talvez esteja aqui, dentro da gente. A Carol do @avidaquantica tem um trabalho maravilhoso sobre rejuvenescimento natural e também explica técnicas de como preencher rugas com uma dica super fácil, sem seringas ou Botox. A Carol também é autora do livro Rejuvenescimento Quântico: a fonte da juventude em suas mãos


CR: Quando você começou a integrar as coisas e ter esse olhar para a fisica quântica?
CL: Eu tinha uma paciente que estava com cancer na laringe que eu já estava atendendo há um tempo com diferentes tratamentos, com exercícios, essências quânticas e nada resolvia. Uma vez eu pedi pra ela me enviar uma foto do local que ela trabalhava e a mesa dela era tipo um “L” então ela ficava com a cabeça virada pro lado o dia todo, eu sempre chamo a atenção pra a maneira de como você utiliza a sua musculatura. Ela ficava 8 horas por dia forçando uma corda vocal pra um lado e a outra trabalhava demais então, por mais que a gente fizesse tratamentos por 1 ou 2 horas po dia não ia adiantar. O comportamento é tudo, tem um livro que eu me baseio bastante chamado Corpo sem idade, mente sem fronteiras do autor Deepak Chopra que fala muito sobre crensas onde explica como a crençaa influência a nossa vida. Tudo no mundo esta sujeito a entropia que é a capacidade do sistema de se desorganizar menos a nossa consciência, quando eu fico presente nos meus cinco sentidos eu consigo chegar no meu sexto sentido que é a minha intuição por isso, o poder do agora é muito importante, trabalhamos com diferentes sentidos como cheiros usando óleos essenciais para trazer a pessoa para o presente, todas as nossas celulas sentem o ofato, a gente sente o cheiro da mentira e da verdade, sentir e estar no presente 100%, ouvir uma música e se concentrar nela, comer um alimento e focar nele se esta quente ou frio então, focar no presente aumenta muito a nossa capacidade de expandir a nossa consciência e não estar sujeito a entropia. Eu acho que na nova terra não vai existir envelhecimento porque na verdade isso é uma doença. Não precisamos envelhecer a gente envelhece por causa dessa falsa sensação de controle.

CR: O que é energia vital?
CL: Nós somos todos seres humanos o que significa que a cada dia estamos com uma energia diferente e tudo é vibração e energia. O segredo é se distanciar da nossa própria mente, a nossa mente fica nos contando um monte de coisa sobre o mundo externo o tempo todo, temos que saber diferenciar o que esta acontecendo dentro de nós e o que acontece fora, identificar a nossa vibração é primordial . O aumento da energia vital é um grande passo e um grande deafio também e um desafio individual, para algumas pessoas fazer yoga, exercícios, dançar ou qualquer outra atividade que ajude aumentar a energia vital, o importante é lembrar que não é todo dia que estamos bem e não tem nada de errado em não estar se sentindo bem, é normal, temos que nos acolher e entender. Tudo isso que estou falando se conecta com as rugas, se estamos com tensão no rosto a energia vital não flui ela fica parada no rosto. Os especialistas associam cada parte do nosso rosto á um órgão, existem muitos detalhes em cada abordagem, mas por exemplo, muitas rugas na testa esta relacionado a um intestino muito sobrecarregado, bochechas muito flácidas estão relacionadas ao pulmão sobrecarregado e a tristeza, por isso que usamos blush pra dar aquele “ar” de felicidade. Temos que cuidar direto na causa e não somente na ruga em si. Tem um livro chamado The Honeymoon Effect do autor Bruce Lipton que é o mesmo autor do livro Biology of Belief que fala muito sobre a arte da gente se maravilhar, é o efeito que uma lua de mel trás, a gente fica com aquela sensação de tudo novo fica tudo uma delícia. O processo de rejuvenescimento esta nessa energia, e nós entregamos nas mãos do médico ou em cremes os cuidados que o controle esta em nós mesmos e na natureza.

CR: Quais são os processos químicos que a gente produz conforme as emoções que temos?
CL: A mente não sabe diferenciar aquilo que a gente vive de verdade com aquilo que a gente imagina estar vivendo. Isso depende das historinhas que contamos pra nós mesmos, uma pessoa que pensa demais mexe muito a região da testa ou quando passa por muito stress enviamos muito cortisol para a corrente sanguínea e assim acontecem as reações químicas que alcançam os nossos músculos e, essa química sai toda do nosso processo digestivo. A chave do rejuvenescimento é o alinhamento das nossas emoções com os nossos órgãos. No período da noite que é quando o nosso corpo esta trabalhando a mil por hora buscando o que ele precisa se a gente começa a pensar em momentos de stress que passamos durante o dia, o corpo libera ainda mais hormônios que a gente não precisa como o cortisol que mencionei. Nessa hora os óleos naturais ajudam muito ou aquela música tranquila que você gosta, hoje em dia tem solução pra tudo mas se entramos na vibração do problema não acessamos a solução, temos que sair da vibração errada para alcançar a solução.

“Quando ficamos presentes nos cinco sentidos conseguimos chegar no sexto sentido que é a intuição, por isso, o poder do agora é muito importante”

Carol

CR: O que são os telômeros?
CL: É o finalzinho do cromosomo, esta no nosso DNA guardando o nosso material genético. E o que faz o gene ser expressado ou não é o meio, é a maneira como eu interpreto a minha vida. Tem um livro da autora Elizabeth Blackburn chamado O Segredo Esta Nos Telômeros, é um livro bem resumido sobre o assunto e da pra aprender muito com ele. Imagina que o telômero é o guardião do nosso material genético então conforme nós vamos vivendo e tendo interpretações ruins no nosso dia a dia o telômero incurta e vai ficando cada vez mais curto e telômero curto é ruga e flacidez, é tudo que envolve o envelhecimento.

CR: Podemos mudar o nosso DNA?
CL: Sim. Podemos escolher a não apertar o gatilho do nosso histórico familiar. É deixar de acreditar em crenças que a maioria das vezes são inconscientes. De fato herdamos os genes da nossa família, mas se ficarmos com medo disso e focarmos no medo de herdar uma doença, por exemplo, seja ele um câncer por você ter histórico na família, nós ativamos essa vibração. É tudo contagio, nós somos contagiados e passamos para os nossos filhos e netos. Estamos o tempo todo fazendo escolhas inconscientemente devido a crenças passadas de geração em geração. Temos que questionar essas crenças impostas pela a família e pela a sociedade.

CR: O que é essa técnica de botox natural?
CL: Essa técnica foi criada nos estados unidos e existe desde 1889 sendo considerado o segredo de Hollywood. São adesivo-fitas para aplicar na região durante a noite ou por doze horas para condicionar a região, é ensinar essa região que ali não pode mais nascer rugas. O tempo varia de pessoa pra pessoa, com isso você vai condicionar o cérebro também. Você pode encontrar essas fitas no site da blumbody e no da frownies.


Fotos: Cortesia Carol Linam

Steve Gold

The interview below is part of our Podcast Chats by Claur, hosted by Clau Ribeiro Bernstein. You can listen to the entire conversation on Spotify or iTunes 

A New York City Real Estate Expert

“I think everyone is different and their needs are different too. There are no areas of Manhattan that are undeveloped except Hudson Yards because they were building on train tracks, literally

Steve

He is from Stamford, Connecticut, and started his career as a model and traveled the world working for companies like Louis Vuitton, Ralph Lauren, and Giorgio Armani. His eye for design allowed him to fly across the prominent real estate world of NYC and has been successful that he has been on the famous American tv show Million Dollar Listing on Bravo TV. With a partnership with Ornare USA we had a chat with Steve Gold.


CR: How did you get into this business?
SG: I have always had a passion for houses, art, architecture, and design. I remember when I was a child I used to look at the classified section every Friday where people used to book houses. It had these amazing, massive estates, and I always kind of looked at them and knew they were what I wanted to see. Before getting into this business I went to school at NYU Stern. I studied finance and marketing, and during the whole time I was in college, I was modeling. When I graduated, I decided I didn’t want to get into finance and I continued modeling for one more year. In that short amount of time, I realized that modeling was not my path. I traveled a lot, modeling around the world, but I wanted to be somewhere where I could build a career for myself. I don’t like this transient lifestyle, I don’t like going from place to place. I wanted to build a home with my own roots. One day I just decided to take the online course, got my real estate license in a month, and started calling people and letting them know that I’d changed my career.

CR: How was the invitation to you be a part of the Million Dollar Listing on Bravo TV?
SG: I knew some people working on it for a long time, but I never thought I would be great on TV because I am not a naturally super outgoing personality. I am just a normal person, but certain people pushed me to do it and convinced me, and now audiences want to know more and more about me, so it’s going well.

CR: Can you tell us about something behind the scenes of the show that it is coming for the next season?
SG: I am not supposed to say pretty much anything about the upcoming season.

CR: Can you describe your dream property?
SG: I have always had this dream to have a classic New York City loft, and it would have to be big because I have a growing family. To be frank, when you are doing this kind of renovation you want to do it just once to be good for five or 10 years. Also, my dream house would have good light and lots of windows.

“I hope everyone stays safe and stays at home, and that is all, we will get through this together. I hope everyone is healthy and well”

Steve

CR: What is the state of the luxury real estate market in NYC?
SG: The New York luxury market is a little bit on pause because of COVD-19, but January and February were extremely strong months for the luxury market in New York. There are people who have been on the sidelines for years who have money, have the means, and have been waiting for the right opportunity. Interest rates are very low and developers have reduced prices. The stock market was soaring and prices have come down.

CR: What’s going on with existing deals – are people doing virtual closings or buying without seeing the property?
SG: Some of the deals that are in contract now we are still closing. I had a closing last week, we have another closing the following week. Some deals we have not closed and are probably not going to close until after this crisis. Every deal is different, which is why every client needs to discuss and figure out what is best for them. There are complications, for example, about how you can make sure the apartment is ready to close if you can not go into the building. Or how you can close an apartment if you can not get the furniture out because they are not allowing you to move out. These are the kinds of issues we are dealing with. We are strong and resilient and will figure out ways to do things because that is what happens when we have a crisis.

CR: What kinds of short-term and long-term effects do you think Covid-19 will have on the New York City market specifically?
SG: The world will change after this virus and design will too. There will be new trends that will emerge from this. We’ll see different kinds of material being used on properties. Who knows what the future holds? It is scary but that is what pushes through innovation and change overall in the market.

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✨The GOLD Team ✨

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CR: Buyers will need an educated broker more than ever before – What are the details a buyer should pay attention to in selecting a broker?
SG: It is an age-old adage, but if you are looking in New York City, the location-protected views are always going to be valuable. You have to remember that what is a view now might not be a view in five years, that happens all the time in New York City and it takes a lot of knowledge to prevent that from happening. Other factors that make properties valuable are high ceilings, light, and uniqueness.

CR: What area do you think is the next hub for luxury properties
SG: The beauty of New York City is that it has so many different neighborhoods serving different types of people. Tribeca is amazing: it has great schools and a lot of big apartments that are good for families. Everywhere in Manhattan is safe now, but Tribeca is what everyone talks about. Hudson Yards is doing something crazy right now in terms of what they have built. Building a mini-city within the city is not for everyone, it is definitely something that is very special in terms of New York City and there are some pretty amazing apartments there. I think everyone is different and their needs are different too. There are no areas of Manhattan that are undeveloped except Hudson Yards because they were building on train tracks, literally. So it is not like there is going to be the next hub, as we say, because Manhattan is already developed. I guess if I had to answer, it is Hudson Yards and also Hudson Square. The area west of Varick Street to the west side they have torn down St. John’s terminal and they are building there, that whole area is kind of going to be built up.

CR: Which countries are the most international buyers coming to New York from? Has that changed?
SG: There are different ones. Last year we saw a lot of New Yorkers buying and a few years ago there were a lot of Brazilians buying. Now we are starting to see a few Russian buyers floating back into the market. Chinese buy too so I think there is not only one country that buys in New York City.


Photos: Courtesy Steve Gold

Dra. Annemarie

A entrevista abaixo faz parte do nosso Podcast Chats by Claur, apresentado por Clau Ribeiro Bernstein. Você pode ouvir essa conversa na íntegra pelo iTunes e Spotify

Apenas o Essencial Para Uma Vida Saudável

@dra.annemarie

“Nosso corpo é uma maquina biológica”

Dra. Annemarie

Somos muito exigentes quando o assunto é dica de beleza e principalmente dica de saúde. Porque às vezes você está olhando o semblante da pessoa que passa aquela dica, e não existe brilho no olhar, não existe viço na pele. E o viço não é a pele de pêssego não, o viço é a energia que aquela pessoa te transmite. Afinal, somos um todo, como já se fala: mente e corpo devem sã. A primeira vez que a vimos, encontrei tudo isso, uma beleza no olhar, não porque ela tem dois olhos mais lindos que já vi, mas vi a beleza no olhar, de pureza, leveza na alma. Com esse pacotão com sua beleza de corpo e de alma, a dra. Annemarie traz e compartilha sua singular sabedoria, que ela compartilha conosco ao falarmos de temas como jejum intermitente, a água polarizada e flúor.


Clau Ribeiro: Como é o nosso relacionamento com a água?
Dra: Nós temos uma relação com a água muito próxima ela esta na nossa rotina e com isso somos bastante expostos a metais pesados, conforme pesquisas a nossa água tem flúor, cloro e agrotóxicos e nós absorvemos isso de várias maneiras com o vapor de um banho quente, no uso de um desodorante spray que é alumínio todos os dias nas axilas que é do lado da mama, no nosso pãozinho tem bromo que é um elemento químico então, a gente acaba tendo essas exposições e nem se quer se sabe e ainda tem a falta do que é benéfico a saúde como o magnésio por exemplo.

Clau Ribeiro: Quais são os benefícos do jejum intermitente?
Dra: Eu acho que todo mundo deveria fazer jejum intermitente mas orientado por uma nutricionista eu sempre indico para os meus pacientes. Nós somos capazes de renovar as nossas células então precisamos ficar um tempo sem comer para a regeneração celular, somos uma máquina biológica e quando aprendemos a manusear essa máquina nós nos tornamos mais saudáveis. Quando a gente passa muito tempo sem comer nosso corpo procura energia, procura os nutrientes que temos salvos no organismo. O jejum pode ser uma forma para emagrecer também dependendo de como você faz mas o objetivo é renovar nossas células, limpar e desintoxicar. E essa renovação celular ela se inicia a partir de 12 á 14 horas e a primeira refeição após o jejum é muito importante porque é a hora que o nosso intestino absorve muito desse alimento, o intestino vai literalmente sugar o que ingerimos logo após o jejum. Por isso eu tomo um shot após o meu jejum com todos os nutrientes que precisamos para aproveitar que as paredes do intestino estão limpas. Coloco em um copinho pequeno água, blutamina, cúrcuma que é o maior antiinflamatório da atualidade considerado um anticâncer após uma pesquisa na Índia porque lá eles usam muito e o índice de câncer é muito baixo, e colococo também pimenta preta. Existem os shots prontos que eu indico também como o Golden Milk (nome do produto) e existem vários fabricantes desse produto. No Brasil eu sei que tem na Bioprim lá você encontra o Golden Milk.

Clau Ribeiro: Para que serve o magnésio?
Dra: O magnésio ajuda na absorção de nutrientes e em outras cadeias celulares para que possam funcionar corretamente. O magnésio proteje nosso corpo de metais pesados também e pode ser ingerido em cápsulas.

Clau Ribeiro: E para que serve o Própolis?
Dra: Eu tomo todos os dias junto com o outro shot que eu faço ou com um shot pronto com Golden Milk. É muito bom pra imunidade e se misturar com limão fica melhor ainda. Melhor opção é o própolis orgânico e sem álcool, o ideal é não colocar nada de álcool em nosso organismo porque ele pode inducir a proliferação celular e a gente não quer isso. O própolis pode ser usado como agente bucal também mas temos que fazer uma mistura com outros produtos naturais e lembrando que se tratando de produtos naturais eles precisam ficar na geladeira e não duram muito tempo.

Clau Ribeiro: Como funciona a solarização da água?
Dra: É uma forma energética de adequar a molécula da água. Existe um experiemento de por um potinho com a água ou com arroz e água e escrever algumas notinhas com palavras positivas e pegar outro potinho igual com palavras negativas. Passam-se 15 dias e temos o resultado energético. O potinho positivo continua limpo e o negativo cheio de fungos e não há nada de esperitual nisso são moléculas na água sendo uma soma do que há dentro. Tem um outro experimento que é colocar água em uma garrafa de vidro e deixar na janela durante 4 horas e esse processo vai reorganizar as moléculas da água deixando ela na freconquência correta para tomarmos. Na física quântica temos todas as formas e mesmo em um campo vazio temos energia assim sendo um campo energético que gera frequência hoje podemos mensurar por exemplo, os sentimentos de amor onde temos 500hertz e no medo se não me engano são 100hertz. Isso tudo é a frequência que a gente vive.

“Uma mulher bem equilibrada hormonalmente ela vai ter esses tecidos mais fortes como cabelo, unha, cílios, sobrancelhas então quando a gente consegue buscar a saúde de dentro da célula pra fora o exterior vai ficando bonito é so uma questão de tempo”

Dra. Annemarie

Clau Ribeiro: Qual a relação do COVID-19 com a vitamina D?
Dra: A cada dia surgem novos artigos sobre os pacientes em níveis melhores de vitamina D que contrairam o vírus tendo eles uma severidade menor. A vitamina D ela é na verdade um hormônio chamado colecalciferol é envolvido em mais de mil genes dentro do nosso código genético, e ele é fundamental para o nosso corpo se regular, então precisamos de exposição solar de fato. E o tempo de exposição até absorver esse hormônia ele varia, depende também da cor da pele, quanto mais escura a pela mais tempo de exposição precisa ter. O horário entre ás 10 da manhã até 14:00 é o melhor para captar a onda UVB porque com o sol da tarde já não atinge mais a nossa pele, o ideal também é bastante pele exposta ao sol e não tomar banho de imediato após a exposição porque esse hormônio é um óleo fabricado a partir do nosso colesterol então se tomarmos banho logo em seguida esse óleo não é todo convertido em vitamina D. Precisamos do magnésio também que já comentamos para poder ocorrer essa conversão. Gosto de enfatizar que tem que ser sol direto na pele e não através de janelas ou qualquer outro objeto.

Clau Ribeiro: O que dizer sobre intoxicação por mercúrio e restaurações?
Dra: Esse é um assunto muito polêmico e nós dentistas ficamos muito expostos quando removemos amálgamas. A restauração foi feita para aumentar a resistência, ela tem 50% de mercúrio com amálgama dentro. Essas restaurações duram muitos anos mas por outro lado ela perde em instabilidade ou seja, o mercúrio é volátio, nós temos restaurações em bocas que quando o dentista aperta os dentes libera um pouco de vapor que é rapidamente absorvido pelo os tecidos. Quando tem bruxismo ou quando tomamos algo quente libera um pouco de vapor também e mesmo sendo pouco isso ocorre durante anos de vida então é prejudicial. Metal pesado se deposita nos orgãos e no cérebro e o acúmulo desse metal é co-relacionado com doenças degenerativas e crônicas. O mercúrio é cumulativo o que significa que o nosso corpo não consegue colocar pra fora sozinho então só um dentista biológico para ajudar.

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Hoje foi um dia bom em meio ao caos. Estudei bastante sobre o vírus, obtive bons resultados das pesquisas mundiais, gráficos animadores e mais medicações se demonstrando eficazes. Foram leituras otimistas. . Quanto ao nosso cenário econômico, ainda me preocupo. Concordo em lockdown vertical para a longo prazo, o resultado não ser mais devastador do que já é. Como falei antes disso tudo começar: irá sim pesar na nossa economia. Hoje, já vemos as demissões em massa. Famílias sem ter o que comer. Ajudaremos como pudermos, mas de todos os desfechos possíveis previstos em artigos, venho lhes informar que o cenário não está dos piores, ainda pelo menos, se demonstrando com um certo controle. . Agora, ao meu ver, devemos vibrar no positivo, elevar as frequências e tomar as rédeas dos problemas de frente, para se resolver com inteligência e planejamento tudo que se aprontará no nosso futuro breve. . Não sou especialista no assunto, deixarei economia para quem é da área. Ao que nos cabe, a saúde, continuo com o mesmo pensamento: quarentena é fase de ressignificação do entendimento de saúde. Como podemos melhorar? Ser saudável é uma questão de escolhas. Quanto mais naturais, mais saudáveis são. . Com carinho, desejo a vocês luz e muito amor. A fé é nossa armadura. Fiquem com Deus. 🙏🏻💛. . #quarentena #coronavirusbrasil

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“Tudo que eu falo eu tenho uma fonte, eu não gosto de expor a minha opinião. Eu só trago informações confiáveis e cada um faz a sua escolha”

Dra. Annemarie

Clau Ribeiro: Quais óleos essenciais podemos usar para as rugas?
Dra: Eu busco sempre soluções naturais tem uma marca chamada DoTerra que faz várias soluções naturais sendo o extrato puro da planta. Existem artigos científicos evidenciando que a lavanda aumenta a produção de fibroblastico e colágeno então a lavanda é um óleo muito bom pra termos em casa assim como o óleo de coco fracionado. Vou dar uma dica rápida – Com a pele limpa coloca em um algodão água e melaleuca (que é um antisséptico e antibacteriano muito bom pra usar contra espinhas crônicas também) mistura 50ml de óleo de coco fracionado com 5 gotinhas de cada óleo que você escolher, eu escolheria lavanda, mirra considerado um botox natural e copaíba que é antioxidante. Esfregue e massagei o rosto e durma com ele e retire apenas no dia seguinte.

Clau Ribeiro: Qual óleo essencial você pode indicar para crescer a sobrancelha?
Dra.: O óleo essencial de rícino é muito bom mas vou dar uma outra dica. A nossa tireóide é responsável por muitas funções no nosso corpo como o crescimento da unha, de cabelo, unhas, sobrancelhas e assim por diante. Então se a nossa tireoide esta disfuncional perdemos essa função. Podemos usar esses óleos essenciais mas a melhor coisa nesse caso é ir visitar um médico especialista.

Clau Ribeiro: Qual a sua indicação de óleo essencial para a ansiedade e com qual frequência devemos usar?
Dra: Como o óleo essencial não é uma medicação ele tem que ser usado mais vezes ao dia. Para ansiedade eu indico passar óleo de lavanda na sola do pé que absorve mais, óleo copaíba também é ótimo pra ansiedade e tem um mix muito bom da DōTerra chamado serenity que é perfeito também.


Fotos: Cortesia da Dra. Annemarie

Sonia Blota

A entrevista abaixo faz parte do nosso Podcast Chats by Claur, apresentado por Clau Ribeiro Bernstein. Você pode ouvir essa conversa na íntegra pelo iTunes e Spotify

Sacrifícios Entregas & Zelo

@soniablota


São 22 anos só na Band. Ganhadora de 2 troféus imprensa, Sonia Blota é uma jornalista multifacetada. Com premiadas coberturas nos segmentos de política, economia, moda e lifestyle. Sonia passou 7 anos cobrindo também eventos mundiais baseada em Paris. Na entrevista abaixo ela fala sobre esta experiência e momentos marcantes de sua carreira.


Clau Ribeiro: Como começou a sua carreira?
Sonia: Sou formada em direito e em jornalismo. Estagiar em escritório de direito e contabilidade até entrar para a pimeira emissora de televisão que foi o SBT, entrei como estagiária onde fiquei por um ano. Eu sempre falo que o direito é uma faculdade que ninguém perde, muito pelo contrário, eu lido com situações que graças aos conhecimentos que absorvir da faculdade com os meus mestres eu consigo aplicar no jornalismo. Depois eu fui para EPTV Central em São Carlos no interior de São Paulo para aprender e me portar em um video porque na minha época não era só colocar a cara no vídeo como hoje em dia era muito mais difícil. Eu tive que ir aprender no interior de São Paulo que era mercado pequeno pra depois ir para São Paulo capital. Na época o padrão da Globo era muito difícil tinha várias regras, não podia usar estampas e nem óculos de grau porque refletia. Hoje com a tecnologia e os novos padrões a gente fica bem mais a vontade no video. Após a Globo entrei pra Band que foi o mesmo ano que o radio se separou da Televisão e começamos a fazer muito programas ao vivo porque a Televisão vai de acordo com o tempo que a gente esta vivendo então ela sempre se modifica. Agora tenho 22 anos de carreira só na Band.

Clau Ribeiro: Como foi entrar para o jornalismo com o seu background?
Sonia: Mais desafiador porque as pessoas cobram muito mais uma vez que você tem familiar no mesmo ramo mas eu sempre tive o apoio da minha família, inclusive dos meus avós. E pra mim nada foi diferente fui pra rua entrevistar como todos os outros.

Clau Ribeiro: Como foi o convite pra você mudar para Paris?
Sonia: Tudo acontece com um pico de tensão na TV. No jornalismo não existe o não escalonar porque o profissional tem plano de carreira ou algo parecido. O que me fez ir para Paris foi Brasília, o diretor executivo na época disse pra mim ir para Brasília porque estava estourando o escândalo do mensalão, e então essa uma semana que era inicialmente se transformou em 3 anos. E ficar em Brasília é muito sacrificante, tem que estar disponível 24 horas por dia todos os dias. Em 2011 eu voltei para São Paulo e no mesmo ano me mudei com quatro malas direto pra Paris e por lá fiquei por 7 anos.

“Depois da Globo entrei pra Band que foi o mesmo ano que o radio se separou da televisão e começamos a fazer bastante programas ao vivo. Porque a televisão vai de acordo com o tempo que nós estamos vivendo ela se modifica. Agora tenho vinte e dois anos de carreira só na Band”

Blota

Clau Ribeiro: Quais foram as maiores matérias que você produziu em Paris?
Sonia: As maiores matérias foram as entrevistas que eu fiz, a entrevista com Charles Aznavour foi uma lição de vida enorme e uma outra lição de vida enorme também foi entrevistar o Pierre Cardin um mestre da indústria da moda com 97 anos de idade e com uma cabeça incrível que ao me responder qual era o seu maior desejo ele disse que continuar trabalhando, continuar sendo empresário a frente de sua grife. Uma das grandes coisas que eu aprendi cobrindo matérias em Paris foi que a maior parte das pessoas vê Paris como a cidade do glamour mas os franceses são de uma simplicidade enorme, eles são muito mais ser do que ter. Uma pessoa vestindo paetê e uma outra vestindo calça jeans com camiseta podem frequentar o mesmo ambiente perfeitamente sem problema algum, a única coisa que eles fazem questão é que o nível intelectual de estudo seja o mesmo porque o estado oferece isso pra população mas não interessa se você tem dinheiro ou não.

Clau Ribeiro: Quais são os seus novos hobbies devido a quarentena?
Sonia: Assistir todos os filmes, séries e documentários da Netflix, também estou descansando bastante porque foram 10 anos sem tirar 30 dias de férias. E tenho muita insônia que é uma coisa que eu preciso corrigir então estou aproveitando pra isso.

Clau Ribeiro: Como funciona a parte das fontes em Paris?
Sonia: Nós temos a fonte do governo que é a assessoria de imprensa, temos os colegas e como correspondente internacional temos agência de notícias que no caso na europa é a Reuters que podíamos confiar com toda a certeza, eles tem repórters em todos os lugares.

“Quantas vezes a gente já quis chorar e não chorou e quantas vezes a gente precisava chorar e não conseguia”

Blota

Clau Ribeiro: Como é pra você a criação de cobertura?
Sonia: Tem que focar e ao mesmo tempo tem que estar com o radarzinho interno ligado registrando tudo ao seu redor. É um treinamento que ao longo dos anos a gente começa a controlar o nosso próprio comportamento porque não dá pra saber a reação das pessoas que estão ali no acontecimento e nem o que elas podem falar.

Clau Ribeiro: Como é cobrir histórias políticas?
Sonia: Todas as coberturas quando envolve o Palácio do Planalto mexem com o país e muitas vezes em eventos internacionais existe um contexto muito importante. Todas as mudanças no meio ambiente é com o presidente da república, economia relações exteriores então envolve todos os assuntos importantes para uma nação. Cientistas políticos também são fundamentas na cobertura política e eu como repórter não posso dar a minha opinião, eu concordando ou não eu tenho que noticiar.

Clau Ribeiro: Você estava em San Francisco com o Dória como foi isso?
Sonia: Esse foi mais um exemplo de como é a vida de um jornalista, tudo pode mudar a qualquer momento o slogan da Band FM é muito verdadeiro – Em 20 minutos tudo pode mudar – Estávamos em San Francisco entrevistando empresários da tecnologia e empresas que queriam investir no Brasil em São Paulo ver como que São Paulo iria entrar no mercado da tecnologia, cinema e entretenimento com empresas como a Netflix e a Amazon. Então eu estava produzindo essa matéria extremamente importante em um lugar distante e acompanhando o falecimento do Gugu Liberato que foi um dos apresentadores mais importantes do país, então no dia seguinte eu já estava retornando para cobrir esse triste episódio. A equipe de San Franciso entendeu perfeitamente porque eles sabiam a importância do Gugu e teve que ser eu porque o outro repórter da Band não podia cobrir por motivos administrativos.

Clau Ribeiro: Quais os restaurantes que você indica em Paris?
Sonia: Pra quem gosta de frutos do mar o Mediterranee, para café o Café Delmas que é ótimo para ter uma experiência local. Já para dançar tem o Cabaré Aux Trois Mailletz vai até 4 horas da manhã e eles amam música brasileira e do lado tem uma casinha de jazz muito bacana chamada Le Caveau de la Huchette.


Fotos: Cortesia Sonia Blota

Ana Isabel de Carvalho Pinto

A entrevista abaixo faz parte do nosso Podcast Chats by Claur, apresentado por Clau Ribeiro Bernstein. Você pode ouvir essa conversa na íntegra pelo iTunes e Spotify

Dedicação & Amor

nowlink.it/shop2gether @aicarvalhopinto


Visionária – é a primeira palavra que vem a minha cabeça quando penso na Ana Isabel. No comecinho do ano 2000, ela e seu marido, foram além e desde de lá vinham alinhavando o que hoje nós não vivemos sem – a plataforma de ecommerce Shoptogether. E como eles não param de inovar, batemos um papo nesse chat para falar de empreendorismo, tecnologia e o um novo market place.


Clau Ribeiro: Como surgiu essa idéia de e-commerce online?
Ana Isabel: O meu marido investia em uma empresa e essa empresa começou a atender lojas como Americanas e Submarino. Então ele acompanhou o primeiro case de sucesso antes mesmo de entrar para o mundo digital e foi ai que ele decidiu investir no e-commerce. Ele tinha um fundo de investimento e recebeu uma proposta de um site de e-commerce de moda que era um clube de contas na época e então ele aceitou o negócio porque já imaginava que iria crescer e pensou em atuar em alguma parte do setor de e-commerce mas como ele não entendia de moda ele me convidou para gerenciar. Passado um mês eu concluir que aquilo era tudo menos moda, pra mim aquilo era um ofertão de promoções. Fiquei um ano estudando e me esforçando ao maxímo porque naquela época não tinha profissional de e-commerce no Brasil. Testamos tudo, fotos, modelos, conteúdo sobre o varejo de moda mas nada dava certo. Então decidimos começar do zero novamente mas com uma outra estrutura, pensamos como a gente iria oferecer para o mercado uma solução de venda de moda no mercado de luxo e foi assim que realmente estruturamos o shop2gether.

Clau Ribeiro: Qual é o seu background?
Eu sou formado em administração e tenho MBA em marketing, minha trajetória sempre foi no mercado de moda todos os meus empregos foram nesse setor porque quando eu comecei a trabalhar eu trabalhei com uma moça chamada Andréa Bilis que na época tinha uma marca e a gente chegou até a ter uma loja juntas no Shopping Iguatemi. Nessa loja eu fiquei muito no varejo atendendo ao consumidor e adiquiri muita experiência de varejo físico. Depois disso montei uma marca minha usando toda a experiência de produção que eu tinha tanto em desenvolvimento de produto quanto de atacado. Não tinha nada que eu não tinha feito até hoje, fiz modelagem, costuradas, planejamento estratégico, atendi o atacado, calendário de varejo, atendimento ao cliente final, criação de programa de relacionamento enfim, tudo isso enquanto fui estudando também. Por ter uma marca, uma empresa, me envolvi também na parte contábil e financeira como me formei em administração eu tinha uma visão bem ampla de negócio.

“Comecei em 2012 o Shop2gether com o meu marido e eu acho que realmente tive muita coragem e petulância. Na época não compravamos moda classe A pela a internet, não tinhamos esse hábito no Brasil não era uma coisa que já estava disseminada”

Ana

Clau Ribeiro: Você já teve o desafio de ter alguma marca que você precisou mudar a estrategia?
Ana Isabel: Sim, nós começamos com 17 marcas depois de quatro meses estavamos com 40 marcas e hoje tem mais de 250 marcas femininas. Eu participei sim por diversas vezes na escolha do produto mas onde eu tenho desenvolvido mais isso é no nosso projeto de novos designers, eu consegui ter a possibilidade de conversar realmente com um designer e dizer o que precisa ser alterado no produto para que ele fique com uma qualidade que gere o desejo de consumo porque muitos estilistas principalmente os mais novos eles têm uma percepção criativa linda mas existem muitos problemas que quando o produto chega no ponto de venda, ele não converte falta um apelo comercial as vezes é o preço ou até mesmo a cor. Então a visão comercial eu ofereço também e já tive algumas marcas que foram trabalhar com a gente que entrava e saia coleção e nada acontecia, precisamos ganhar dinheiro também para investir não adianta a gente ficar só na função criativa linda maravilhosa a economia precisa girar para empregar e para fazer novas coleções. Então a gente fez isso com alguns novos designers e foi muito bacana tivemos um resultado acima do esperado e realmente eles cresceram comercialmente e conseguiram se estruturar isso é um grande orgulho pra mim. A moda é um setor que precisa se profissionalizar cada vez mais porque é um setor grande que sofre muito tem muita informalidade então quanto mais a gente vê empresas se estruturando e profissionais amadurecendo mais felizes nós ficamos.

Clau Ribeiro: Como que funciona o processo para que uma marca faça parte do seu portfólio?
Hoje nós temos três marcas, temos o Shop2gether, O que vestir e a gente lançou o Marktplace. O Shop2gether está focado para o público A e B moda feminina e masculina já o que vestir é um site que tem uma moda mais jovem e mais divertida, uma moda mais fácil mas não é tão focada em lifestyle como o shop2gether. O Marktplace a gente criou para que as marcas possam ter contato direto o consumidor é muito mais focado em propósito multimarca do que em uma visão comercial de negócio. É uma plataforma colaborativa onde as marcas com um propósito conversam com os consumidores através de seus produtos. É um momento de comportamento de consumo comportamento e tendência de moda atual para a gente entender as diferenças entre as marcas. O shop2gether é mais exclusivo para mulher que busca por conforto e também por exclusividade com uma vida mais calma, já o que vestir a gente tem algumas outras marcas como por exemplo a Farm uma marca onde atinge basicamente o grande público então essa plataforma é mais comercial do que lifestyle. No Marktplace nós damos espaço para que marcas muito pequenas e independentes possam atingir o público final essa plataforma esta dentro do site shop2gether.

Clau Ribeiro: Existe a opção on demand para as marcas?
Ana Isabel: Existem algumas marcas que fabricam sob encomenda só que no digital as pessoas na maior parte das vezes querem a rapidez da entrega, difícil a pessoa ir pro digital e não ter contato com o vendedor. Essa maturidade de consumo digital ainda não existe aqui no Brasil mas hoje os pequenos produtores têm estoque que não é muito grande o que é bom porque se torna exclusivo para o cliente e quando você compra você sabe que vai retirar direto com eles.

Clau Ribeiro: Como que funciona o seu trabalho com a Costanza Pascolato?
Ela me ajuda na curadoria de novos designers assim como para a nossa seleção de novos designers para o projeto novos designs que é um processo de três fases primeiro as pessoas se inscrevem, depois em cima do que a gente acredita que a moda nos trouxe na última temporada trabalhamos em cima, e também trabalhamdos em cima do comportamento do consumo de moda. Antes mesmo de toda a pandemia do COVID-19 que está acontecendo quando a gente criou esse projeto a gente falou muito sobre uma moda atemporal uma moda que fizesse sentido para a sua necessidade e não para aquilo que está sendo tratado como tendência falamos também bastante do individual e do individualismo nas suas escolhas e por isso a gente escolheu os designers. Depois quando a gente fecha esse conceito com a Constanza nós começamos a filtrar as marcas que se encaixam nesse resultado. A Constanza atua nesse primeiro conceito com os designers e também com treinamentos de tendências de moda, nós trabalhamos juntas e dividimos para toda a equipe.

Clau Ribeiro: Qual foi uma das maiores lições que você já aprendeu da Constanza?
Ana Isabel: Eu não sei nem se é de moda mas acho que da vida de comportamento porque a Costanza é muito sincera assim como eu mas ela tem um jeito muito delicado de falar uma sinceridade muito delicada e elegante. Isso é uma das coisas que eu compartilho com ela porque eu sou bastante expansiva, algumas coisas acabam incomodando algumas pessoas é um tipo de aula de troca que eu tenho com ela. O que ela fala sempre funciona é mais do que eu consiga falar, penso em tudo que ela me fala então tudo que é mais serio que eu preciso resolver eu falo com ela mas não pra chegar na solução porque a Constanza nunca te da conselho ela faz você pensar e isso é maravilhoso.

Clau Ribeiro: Como é a sua rotina?
Ana Isabel: Ultimamente eu estou mudando um pouco os meus dias aliás, estava mudando porque agora com essa pandemia não estou mudando mais mas todo mundo agora está se adaptando porém inicialmente acordo, faço ginástica levo as crianças para a escola ou para o inglês, tenho duas filhas, e volto faço ginástica se eu não tiver feito ainda porque eu faço em casa. E esse ano de 2020 eu decidir trabalhar meio período em casa estou em uma linha diferente de mercado agora então eu tenho bastante evento pra ir bastante compromissos fora do escritório por isso sugeri a ficar até uma hora da tarde com as crianças almoço com elas e trabalho de casa, depois ou eu vou para o escritório ou para alguma reunião e dessa forma foi a forma que eu mais encontrei equilíbrio, afinal, foram sete anos de entrega total. E desde o começo desse ano eu me afastei da diretoria, agora faço parte só do conselho isso tem sido bastante regenerador em todos os sentidos. Quando a gente está muito ocupado a gente deixa de prestar atenção no novo, eu acho que foi um momento de eu voltar a prestar atenção em mim.

“Marca boa é a marca que está no corpo das pessoas a gente precisa ganhar dinheiro para reinvestir em uma próxima coleção”

Ana

Clau Ribeiro: O que você faz toda noite para desligar total?
Ana Isabel: Eu tomo vinho toda noite, no começo eu fiquei um pouco preocupada e fui até perguntar para o médico e ele me perguntou qual a quantidade que eu tomo, disse duas taças quando estou muito pilhada e a resposta foi que tudo bem essa quantidade não tem problema mas não posso passar disso.

Clau Ribeiro: O que você vê nos próximos cinco anos de mudança na indústria de e-commerces pelo mundo?
Ana Isabel: Acho que a inteligência artificial já antes de tudo isso estar acontecendo já tínhamos como grande aposta da indústria de tecnologia. O que eu vejo é que as grandes empresas que tiverem investimento em tecnologia que priorizem o individual de cada um serão as empresas que vão continuar porque o consumidor e o mundo estão se tornando cada vez mais individual no sentido de que o que é interessante pra mim não é pra você, as nossas prioridades são diferentes e as empresas vão precisar entender isso não existe um produto que possa atender todos da mesma forma. A personalização é uma coisa que é mais comum e isso lógico só inteligência artificial e o uso de dados pelas empresas que vão possibilitar esse tipo de personalização.

Clau Ribeiro: Qual é a peça de moda que alguém da sua familía tenha te dado que você queira guardar para sempre?
Ana Isabel: Pode ser uma joia? Eu tenho um par de brincos de ônix preto que foi da minha bisavó que me deu e representa muito pra mim, é uma joia antiga que não parece uma joia porque é de ônix tem umas pérolas antigas que no detalhe você ver o valor que ela tem mas se você olhar rapidamente não vai perceber.

Clau Ribeiro: Qual foi a melhor peça que você comprou em oferta?
Ana Isabel: Vou ter que pensar muito para poder responder porque eu não sou muito de ofertas mas eu adoro ficar naquelas lojas de departamento americano, fico horas olhando e experimentando e acabo não levando nada porque eu acho que nada vale a pena que o barato sai caro mas eu já comprei sapatos da marca Manolo Blahnik em outlet.

Clau Ribeiro: Quais são os dois restaurantes de New York que você adora comer?
Ana Isabel: Faz muito tempo que eu não viajo para New York então da próxima vez que eu for eu espero você me levar para algum.


Fotos: Cortesia Ana Isabel

Kelly Talamas

The interview below is part of our Podcast Chats by Claur, hosted by Claur Ribeiro Bernstein. You can listen to the entire conversation on iTunes or Spotify .

The Art of Communication

@kellytalamas


When I used to attend to Paris Fashion Week, she always captured my attention. When you are on events like that, you know that you will have to deal with ego, snobby people – but she was different – I could see in her smile or in the way she would behave at the fashion shows, that she was special. My guest was in charge of Vogue Mexico for years and her terrific work put her on the list of BOF 500.


Clau Ribeiro: I would like to know about your morning routine. What do you do to start your day?
Kelly: My morning routine has changed drastically because I used to be the type of person who would wake up late, skip breakfast, and run to Starbucks, get a coffee, and then run to the office. After a few years of doing that, I realized that’s terrible for you mentally,  physically, and in all aspects. Now I am the mother of a 16-month-old, so my life has changed drastically as well. And because of that, I am more similar now to Giselle – I wake up early in the morning, which I have learned is very important. It is terrible to wake up with that chaos. I’m running late, I need to start catering to everybody’s needs. So I do wake up early, it depends on the day, but at least three to four days of the week, I do wake up early. I have water and a cup of coffee, and I do my workout at home. I have a trainer who comes here, which is great, it definitely makes it much easier. I do my workout and then I meditate and then I make myself breakfast. And normally around that time, my daughter starts to wake up, so I go get her and then the whole routine starts for the day. I have been trying to wake up, for the last couple of months, at least an hour before, ideally, an hour and a half before everybody else in my household so that I can at least feel like I did something productive for myself in the morning.

Clau Ribeiro: When did you start meditating?
Kelly: It is something that I have struggled with on and off, to be honest. I still struggle with it. It is something I would say, that I have done over the past 6 months.  I am still really working on it, to be honest. I almost feel like sometimes I do it just to say that I did it, and sometimes I get something out of it. Sometimes I don’t. I hope next time you and I talk, I can say that I am a pro at it. I just do it for ten minutes. For now, that is all I can handle.

Clau Ribeiro: We are now during this crazy time with Coronavirus. How do you organize your day? Do you plan everything a week ahead?
Kelly: I definitely have times when I have meetings or I have things that I need to leave the house for. I work from home, so when I have meetings with clients or [I have] events, I normally try to schedule them in time frames that work for me. I live in Bogota, Colombia, so the traffic here is crazy, honestly. So I normally either [try to have meetings] in the morning, so I get that out of the way, and I can spend time at home in the afternoon and work. Or vice versa. Or I get my work done at home in the morning, and then I go out in the afternoon. But once I leave the house, [I] can lose [my] whole day.

Clau Ribeiro: Do you think your clients are open to having online meetings even after the virus?
Kelly: I think we have realized that a lot of meetings [can take place] online and you feel just as connected and just as close. I think that definitely is going to be something [we do] and I used to do it a lot more. As you know Latins love that face to face. I have clients that I work with over several months or over a year and we get together each week while the other stuff is done on mail. I think that sometimes, you can say “ each meeting does not need to be [in person].” I’m realizing that now we can use Zoom [and] Google Hangout. There are all these different ways that we can [meet]. If anything, I think that is one positive thing about coronavirus – we have become more efficient in that sense.

Clau Ribeiro: How was the process and when was the process when you left Vogue?
Kelly: That is a good question nobody ever asked me exactly like that. It was a slow transition I would say, luckily. It was not an abrupt thing. I worked at Vogue for ten years, I was the Editor in Chief for almost six years, and I was doing long distance with my husband, who lives in Columbia. So, I always knew that at some point I eventually had to move to Columbia. We were engaged for about a year, which gave me time to kind of organize things with the company. Obviously, my job is very important to me, I was so loyal to Condé Nast. So, it was something that we were able to negotiate. I was very lucky that we had an office in Columbia. It was very important for me to be able to continue with the magazine [if I moved] to Columbia, obviously. I didn’t want the traditional “leave your job to get married” type thing. It was very important to be able to move to Columbia and hopefully stay with the magazine. But also, it was important for me to have something to do here. Colombia is a market where Vogue is very strong, and I had a year to prepare to leave my post as Editor in Chief. I moved to Columbia, and I was a creative director. I oversaw some of the editorials and kind of a bit of advertising for the region – for Latin America – because Mexico was overseen by the Mexico office. I was in that position for a year, honestly, and it was amazing because I was also able to really work in-depth in the region. Before with my other position, I would go to Peru for one day for an event, and then go to Argentina for one day and fly back. It was very fast-paced, and I never really had the time to spend in each region. So, I did that for a year. After a while, I was finally ready to go off on my own. It is very different being in the head office and being in a satellite office. I finally made the decision to go off on my own and work on my own after positioning myself here and being a bit more acquainted with the region. So luckily it was a slow transition. It was not just fast [change]. I have to say it did take some time. After [I] was at a company in the corporate world for 10 years. It took a few years, to be honest, to really just get used to working on my own and having my own business and not having this huge infrastructure behind me. That was a very important personal growth for me.

What I do and what I think is that has a lot of editors nowadays helping the brands to create their stories, how to speak to their audiences, how to communicate it in a way that is not just like trying to sell. Here is my dresser, who is my collection? It is kind of trying to sell you to the lead. So you sell your story

Kelly

Clau Ribeiro: What are you doing bringing your background working with magazines you know exactly and what brands mean as an editor?
Kelly: Absolutely. It was amazing because while I was at the magazine, I kind of already saw that change happening. We had a very small team, so we almost became kind that for our clients. Our clients would come to us and say, I have this new launch, and I want to communicate it. We would basically come up with this full creative concept and strategy for them, that we would do in alliance. That is basically now what I am doing with a lot of my clients, and what I think a lot of editors have started doing as well. We become expert storytellers – brands used to come to us, and we would help them tell their story creatively in the magazine or online. And now we have become expert storytellers. We have so many talented designers out there that are really great at creating clothes, they can tell you the fabric that was used, et cetera, but they cannot really tell you the inspiration behind the clothes. So what I do, and what I think of editors do nowadays is help them to create these stories, how to speak to their audiences, how to communicate it in a way that is not just like trying to sell you clothes like “here is my dress here is my collection, buy it.” It is kind of trying to sell you, at least, a story.

Clau Ribeiro: Sometimes I receive a copy and paste email with a press release and nothing special, and this is related to your clients now. How do we tell the story for different vehicles or different magazines?
Kelly: I think that sometimes you receive a very generic press release that does not really say much or, sometimes it is kind of just pushy like, “can you help me?” “Do you think you could get this in the magazine?” They say these things without really giving you some background. Like, “we have this launch. What do you think? What can we do together?” I think it is always very important to have information obviously, even if it is not [a finished product] yet. It is very important to be personable – copy-paste is terrible. I always think – and I always tell my clients –  it is important to know your audience. Whether it is a magazine, a website, a blog, you have to really study what it is that they do and what they tend to publish and what they don’t tend to publish. To be honest, I am sure with you as an editor, as a consultant and designer, they send you stuff and they want you to post it on your Instagram. Whether it is an Instagram page or a full magazine, there is a certain creation through curation in a certain voice behind that, it is not just one size that fits all. I think that personalization is so important, and there is something to be said for really paying attention to the details and speaking to that person directly. It makes you feel like they actually read my magazine and they actually look at my Instagram and pay attention. At least in my experience, it makes all the difference and sometimes makes you fall in love with the brand if you realize their attention to detail.

Clau Ribeiro: What do you think has changed regarding the role of PRs?
Kelly: I think it has changed a lot because there is no such thing as a free press anymore, sadly. It is all about advertisers. I know friends of mine who work in PR, and they will not take clients if they are not advertising in the media. Especially here, obviously, it changes by market, but here it is impossible to get coverage if you are not a paying advertiser. So I think that is one big thing -his whole idea of just pitching stories has changed so much because it comes to this whole negotiation behind it.

Clau Ribeiro: The role of PR is changing because you only have a few magazines out there right now and they cannot sell stories to influencers because it is all about pay to post now on your Instagram. What do you think about that?
Kelly: I think there are magazines and magazines, and there are influencers and influencers. And I think influencers make a lot of money for [advertising]. I also think – this is an overused word as well – if there are brands that they find and truly love, they will post them. They kind of pride themselves on being discoverers of new [things] whether it be a designer or be an interior decorator or,  just finding new things. I love to follow those types of people on Instagram – those who you can tell find things that they love and post [about them]. It is not because someone pitched it to them, it is more because they found it themselves. They actually do the investigation and they find these designers or these brands that they love and share it with their audience. I guess the role of PR is almost irrelevant. I guess there are more communication managers and stuff like that. I think a lot of brands now are bringing on editors and not really calling them PRs, although they are weaving those stories and creating these stories that they share. Or they are creating these Instagram strategies. They are not necessarily PRs, but they are kind of doing the same thing that PRs used to do – creating a strategy with five women who love the brand, and then they do an Instagram strategy where they all post on the Internet. I think that is kind of the future, and those people are kind of replacing PRs or the PRs are transitioning into this type of world.

“I think that personalization is very important and there is something to be said for, really paying attention to the details and speaking to that person. What is your DNA, what are your strengths? What are you like? What can we do to show these strengths?”

Kelly

Clau Ribeiro: Business Of Fashion was asking their followers if they would like to see Fashion Week only online. What is your opinion about that?
Kelly: I have heard that. I think time will tell. It is hard to say. The way I would envision it would not be that they will necessarily disappear, but I think they might definitely reduce and go back to what fashion weeks used to be, and I am talking to way back when, it was really a select group of editors, a select group of buyers and clients and that is it. The rest of the people can stream it online, but I definitely think that they will probably scale back, downsize, and maybe not do these grand productions. They will really make it about the clothes and selling the clothes and just keeping it very select. I think that makes more sense, to be honest. The people that have to be there will be there. I obviously have nothing against the influencers and bloggers, but a lot of them just go to sit there and take pictures. Of course, this is not all bloggers, but the majority of them. They do not actually have a set purpose to be there because they need to report or to buy or anything else. I think we need to go back to that. Then there are other ways that people can work with influencers. I no longer think that they need to be at the Fashion Weeks to work with brands. I was listening to a webinar a couple of weeks ago, and they were not necessarily talking about this, it was more about retail. He broke down brands that have been successful, and a lot of them are global brands, but they have not been able to really localize or speak locally. It will be interesting to see. What I think would be very intelligent brands to do is really to have their shows – they can do a show, and they can stream it online, but then do really local concepts. It doesn’t have to be the whole collection,. They can do pieces that are really relevant to that market, you do need to like the fur coats in Mexico, for example, you can have clothes that speak to each market. I think that it is the future. That is really where I see the future. It makes perfect sense. I also think they are also more cost-effective for everybody.

Clau Ribeiro: Can you tell us about the work you are doing now with brands creating their stories, how is the process and how did you start?
Kelly: Luckily most of them have been people I have known in the past and have worked with in the past who sought me out once I was independent for help with their story. I have worked separately with each brand. It depends on the needs of each brand – some have been more consolidated and established than others, so maybe I have come in to help them with particular projects and then that is it. Other brands are very small, and I have kind of helped them just get the ball rolling and get their feet off the ground. Then I have done a few collaborations with international brands that are looking to do things locally, who are bit lost or just entering the market or looking for that one-on-one personal connection. With each one it is different, it really depends on the client. Right now, for example, I am working with a local designer. They started a few years ago to internationalize. I helping them a bit with their social media, how to pitch, press and media, and just interesting strategies that they can use to get their name out there a bit more.

Clau Ribeiro: How do you make a brand cool today, How do you help a brand be different?
Kelly: It is a fine line, I think there is something to be said for authenticity. I will say that I am very picky. I do not take on any client, to be honest. I do not mean it in a snobby way at all, it is more about if I do not feel [like the brand] resonates with me or I do not feel that I can communicate them or I do not feel like it goes with my aesthetic or my values, I do not take [the brand] on because I find it very difficult to know what they really need. And also if people see me like, “Oh Kelley, always brings this type of project,” then I would not want to change and confuse people. That is number one but second of all, if it is a smaller brand, I always work with them behind the scenes before even starting to contact anybody or doing any type of event. I look at all fronts – design-wise, communication-wise, really make sure everything is down-pat, everything’s cohesive, everything makes sense before I start doing any type of activity publicly. There are different ways, and it really depends on the brand, which I think is really important. I need to ask questions like what is your DNA, what are your strengths? What can we do to show these strengths? I have done kind of a lifestyle experience with some clients where you invite a few editors and influencers to come to Columbia. If it is a brand that really has 360 lifestyles, there is nothing better than really inviting people to live that with you. If the designer has a great personality, I think it is great for people to actually meet them to really understand the brand, who they are, and what they do. I think something that is really important is identifying who the interested audience is. I am working with a brand that is super bright and colorful, so I am not going to pitch an influencer who is black and white on their Instagram. A lot of brands make that mistake where they want to get the influencer that has a million followers. Sometimes there is something to be said for the real niche, cool girls in different markets that maybe do not have a huge following, but they have a significant and important following. I also think word of mouth is very important. I think people really underestimate it. How many times have you gone to lunch with your friends and if your friend is wearing something cool? That is how you discover the brand. It comes with a lot of studying and investigation and lot of understanding for who the brand is, what they should be communicating, and then understanding who are interesting people that we can reach out to get to know.

Clau Ribeiro: Anybody can open a brand on Instagram but what do you think brands should do in order to stay there?
Kelly: I think it is a mixture of things. In the past, and it will be interesting to see going forward, I think a lot of brands went to Paris. It is such an important networking moment for brands to go season after season and sometimes the best relationships form is over a glass of wine at dinner after a show with a group of friends. I think networking and staying in touch with people across the globe and important people who have always supported your brand is really important. I spoke with a few designers, and a lot of them are randomly reaching out to say hi to people in different countries, and I think that is really important. We will see if fashion week keeps up or how, but there will have to be a moment where people can come together and connect. Obviously, social media, for now, is still super relevant. I think it is still important. Sometimes it is annoying and frustrating for many people, but I still think it is an important platform to communicate to stay relevant. We all discover a lot of designers [on social media]. Also, it is important to build your own community outside of Instagram, whether it be on social media, on a website, or through a newsletter or a podcast, kind of build your own community so those people can continue to come after you, whether it be for fashion or inspiration.

Clau Ribeiro: What was the difference you noticed when you started working for the Latin American market? What is the difference you see between the Mexican and Latin American Market?
Kelly: Mexico is like Brazil. In Mexico, there is an event every single day, events all the time, cocktails, dinners, brunches. It was a lot. Now living in Colombia you have many fewer events. I think it depends on the country because here, I guess Brazil is more similar to Mexico – it is a huge market, and you have a lot of international brands. Obviously international brands have big budgets, and you have constant lunches because they have a lot of things they need to communicate. Here in Colombia, you have many fewer international brands, so while there are events, there are not as many. You have pockets of events, but it is not all year long. The year starts off slow, and then in March, it starts to pick up and then fall. Summertime is dead because people are traveling. So, you have events but not as many as [Brazil or Mexico]. I think in Latin America, it depends [on whether they are a lot of international events]. Some countries have markets that have a lot of international brands. If Colombia had a lot of international brands, you probably would have more events.

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Clau Ribeiro: Which designers are really making you pay attention to them right now?
Kelly: I think Colombia is still kind of like the leader in that sense in Latin America. There are brands coming out of Colombia. You also have a few coming out of Peru and Chile. I think, really, throughout all of Latin America, I recently met even some designers from countries you often do not hear of. For example, Uruguay has some interesting designers now. Bolivia. They are smaller markets. But I guess in terms of quantity, I would still say that in Colombia and Mexico have a lot of designers.

Clau Ribeiro:  What would be your advice for brands you are working with for how to deal with the post coronavirus?
Kelly:  I think it will be interesting moving forward. I would tell them, first of all, to stay calm and be patient because it could be a while. Right now we still do not know how long this is going to last. We do not know what season it will be when we start to get out. By then, people’s budgets will be very reduced. I would tell them to stay focused on the essentials of their brand – really creating the essentials. I was talking to one of my clients the other day and saying that people might not be buying gowns or dresses right now, but they will want to buy pieces that they can use often. You are investing in a piece that you will be able to use often or something that makes [you] feel good. I think communication will be key. I think if you are a brand that employs 20 artisans, you need to communicate that to your clients so that when people do want to buy they understand that they are helping to employ these families. I think that it is so important. You do not want to feel like you are just buying a piece of clothes anymore, you want to feel like you are actually spending for a purpose. You want to make sure that it is going somewhere. Of course, it has to be useful to you, but you also want to feel like it is going somewhere and will benefit other people. I think definitely just finding a way to connect one-on-one and be open and honest with your audience. I think now more than ever is the time to really connect. First of all, define who is your audience and then connect with them on a personal level, tell them a bit more about who you are as a designer, who you are as a brand because even if they are not buying now they will remember that, and they will keep you in mind for the future. I think it gives you anxiety in that sense because you do not know, but it is going to make us all think and really get creative. I have started doing the thing I had never done before like cooking. I am doing things that I would never normally do because we actually have the time. So are all these creative designers, who are ten times more creative than the average person. We are going to see some interesting things coming out once it all passes. I am sure all these designers were super creative. We are going to have some really interesting things to see. I am excited to see that.


Photos: Courtesy of Kelly Talamas

Carlo & Camilla – Italy

The Milanese restaurant Carlo e Camilla



Alla Milanese

carloecamillainsegheria @carloecamillainsegheria


The Milanese restaurant Carlo e Camilla in Sigheria boasts of a dramatic décor, somewhere between a dream and reality. The contemporary menu was elaborated by the Italian Michelin-starred chef Carlo Cracco that joined the art director Tanja Solci and created the restaurant and cocktail bar in the global capital of fashion and design. The unique atmosphere of the space an old post-industrial sawmill acquired by Tanja’s grandparents in the 30s is full of contrasts. The exposed walls, high ceilings, and minimal style furnishings designed by Di Tanja Solci Studio are mixed with the incredible Richard Ginori’s porcelain and crystal chandeliers.

Luca Pedata is the Neapolitan chef responsible for the dishes that celebrate and interprets the traditional Spanish cuisine in a very unique way. Filippo Sisti innovates the cocktails, as they say, ‘the liquid cuisine’, joining ingredients and technics from the cuisine to the bar. The menu changes four times a year, with options of meat, fish and vegetarian dishes, which makes the experience even greater.


Laurent Vernhes

Globetrotting authority Laurent Vernhes has set his feet in over ninety different countries and lived in six of them. Whether backpacking in Nepal or visiting the most sophisticated destinations and hotels in the world, his goal was (and still is) the same: To be surprised in a positive way.

A Man of Ambitions

@maisonvernhes

“For as long as I can remember, I wanted to escape. My first stop as a young adult was the Parisian bourgeoisie and many finer things in life that come with such package. But soon enough, my obsession became to see the world as I became worried about getting trapped in Parisian self-satisfaction”

As the CEO of Tablet Hotels, an online search for exclusive hotels and booking platform, Laurent Vernhes uses his expertise to help travelers find “beauty and substance” on their own trips. After working as an expat in Asia in the 90s, he left the East to go to New York and have his own share in the Internet revolution as he co-founded Tablet Hotels. Recently, Laurent decided to become a serial entrepreneur by taking his taste and knowledge of champagne more seriously as he established his own small champagne company, Maison Vernhes. The amazing bubbly caused enough buzz among appreciators to be called as one of the best wines out there. As good as it is exclusive, the champagne can only be acquired via Laurent himself or at a single store in Brooklyn, which must have his approval to sell to an individual customer. A labor of love, a result of the entrepreneur’s personal passions, it doesn’t come as a surprise that both Maison Vernhes and Tablet Hotels have an inherent stamp of coolness and excellence. In an exclusive interview, Laurent Vernhes talks investing in soulful projects, the importance of taking risks and why his champagne brand is so, so very exclusive. From a stay at the very posh The Lanesborough Hotel, in London, to quiet holidays in Franschhoek, a visit to a zen-Buddhist temple in Koya-san and sandstorms in the desert during Burning Man, Laurent Vernhes is strongly inspired by the contrast of the places he goes to. Fortunately, he makes a living out of his passion as the co-founder and CEO of Tablet Hotels, an online luxury and boutique hotel search, and booking platform.

Vernhes was born and raised in France, where he grew up as the only child of very loving and modest hardworking parents, in the South of France and, later on, on the outskirts of the French capital. “For as long as I can remember, I wanted to escape. My first stop as a young adult was the Parisian bourgeoisie and many finer things in life that come with such a package. But soon enough, my obsession became to see the world as I became worried about getting trapped in Parisian self-satisfaction”, he confides. His diplomas – and David Bowie’s music and personality, which helped him “believe he could be anyone he wanted to be” – served as a passport for new experiences. In the 1980s, Laurent started working in Asia, developing new markets for global giants such as Michelin and The News Corporation. He lived as an expat in many different cities of the Asian continent for ten years. He has seen the world, indeed; he’s visited over ninety countries and has lived in six of them. “I’ve been shaped by the places I’ve been to, so much to the point where the concept of nationality is no longer meaningful to me personally. With only one exception: picking a team to support in the (soccer) World Cup.  For example, I learned so much about business from dealing with ethnic Chinese people across Southeast Asia and in China. I admire the combination of ruthless effectiveness, elegance, and sophistication – almost no posturing”. After that period of time in Asia, he realized he wanted to have his own business while also becoming part of the global revolution that came about with the Internet, finally, settling down in Brooklyn, New York, where he still lives with his wife and three children.

“When it comes to connecting people, I believe taste transcends everything – nationality, gender, race, religion, money, age”

Since the year 2000, Tablet Hotels works by the idea of helping travelers find beauty and substance in their travel experiences and also with the underlying mission to support small independent creators and hoteliers. Amidst the information and advertising cacophony, Tablet is not only sophisticated but soulful as well. There’s something more personal about it that lacks in other websites alike. The next step for the company is to launch a new tool, one that enables users to connect through shared tastes across cultures and traditional social demographic categories. “When it comes to connecting people, I believe taste transcends everything – nationality, gender, race, religion, money, age…”, Vernhes observes, insightfully. This French man is never tired of discovering new things, new destinations, new ideas – “I’m resetting my dreams”. At this point, he jumped into a new foray: creating a small champagne company called Maison Vernhes. “Since before drinking age, which is loosely defined in France, I have dreamt of champagne being present in my life ‘at will’ because I associated it with happiness.  Much later, when I started thinking that wine would be an interesting way to reconnect with my family heritage, champagne felt like a happy place to start”.

With an excellence and exclusivity stamp, Maison Vernhes’ bubbly generated a lot of buzz among Manhattan’s connoisseurs and foodies. According to Laurent, what separates good from formidable champagne is the quality and smoothness of the euphoria it creates – besides terroir, taking good care of the vines and grapes as they grow, proper climate, winemaking technique, and experience, Bien sûr. “I seek balance and complexity with as little manipulation as possible in the process of making it”, he says of the blend, which presents elements of different grapes, besides pinot noir. The product can only be acquired via Laurent himself or in a single store located in Brooklyn, by his approval. The entrepreneur tells us why. “The production is very limited and demand for it outgrew supply almost instantly.  So, if you’re in that situation, how do you choose whom you sell to? Rather than raising the price, which is the legitimate capitalist approach, it seems more interesting to sell only to people who truly enjoy it”, he explains. “It’s also better for building the brand when your clients are your brand ambassadors”. 

It is a smart and moderate way to handle the economy and marketing challenges that small companies often face. Just like Tablet Hotels, Maison Vernhes is the result of an entrepreneurial approach to a personal passion. “I do not think one should aim for universal appeal because it puts you on a path to the lowest common denominator.  I am looking for a soul and being true to myself. The deeper you dig, the more chances that you will touch others”. Which is the same as saying that the more personal a creation is, the more universal its appeal becomes. And that is a trump card many other independent creators and producers know how to play in their favor. Laurent is the kind of person who is far more interested in the journey than the destination itself. When he travels, usually an impulsive last minute decision, the first thing he does when arriving somewhere is to wander around. No rush, no plans, destination point. If his academic excellence led him to a nomadic life, his nomadic existence led him to acquire knowledge through experience, whether bad or good experience, like his trip to the Marquesas Islands, especially Fatu Hiva and Nuku Hiva, which he points as some of the most magical places on Earth.

Despite being too busy reinventing Tablet Hotels and heading a small champagne company, the entrepreneur makes time to be with his family and plan his next trip – “It is what keeps me inspired and energized”. He wants to continue taking chances and innovative actions, but without ever taking himself too seriously. ”If you do so, you’ll find it harder to get over your failures, which means you’re less likely to take the risks necessary to change your world. It is fundamental to take risks unless you accept to live in a world defined by others”.


Photos: Evol Content Group

Nizuc – Mexico

Idealized by the brilliant architect Alejandro Escudero, Nizuc resort and spa is surrounded by breathtaking beaches and enhanced by delectable tastes and an unfettered environment, the hotel does not have to make any effort to be a success in the Caribbean’s Riveria Maya.



Life by the sea

nizuc


In just a short period of time, the Nizuc Resort and Spa has stirred up quite the buzz in the tourism universe. In less than two years the resort has received recognition as one of the best hotels in the Riviera Maya; and boy is the completion fierce! There are a number of factors that contribute to the success of the resort such as its privileged location, just 15 minutes from Cancun’s International Airport. The Punta Nizcu, where the resort is located, is far enough away from Cancun to buffer the vast majority of tourists and commotion that usually comes from the metropolitan region. Surrounded by two breathtaking beaches, the resort is a sanctuary of tranquility and wellness. Measuring 11 acres in total, the resort houses three sumptuous pools, 274 rooms, 6 restaurants of refined gastronomy, a spa and many leisure options. Its modern architecture, conceived by Alejandra Escudero, gives the venue its elegant and serene touch. Although the design is jaw dropping, the crowning accolade is reserved for its extraordinary landscape. If you desire vacation with the utmost intimacy, one might opt for a private villa.

The villas include a private pool, giving this room a very romantic feel which is ideal for a couple in love. If you’re looking to wake up with a view an Ocean Suite is for you. With only a few steps to the Nizuc Beach, and a grand veranda providing a stunning view, these suites are everything you can dream of and more. If you’re an admirer of the resort’s landscaping during the day, you’ll be in awe at night, the sights become more fabulous with beautiful tones of the sunset. It is a wonderful place to start and end your day surrounded by the wonders of nature. The ocean, however, is not just an alluring sight, but a place to have some fun! The resort offers it is guest many sea-based activities such as paddle boarding and kayaking. Besides that, the region is excellent for snorkeling because of its crystal clear water and magnificent coral reefs. Tourists are dazzled by the sight of lobsters, manta rays, barracudas and other marine animals. When you’re done enjoying all the activities you can recharge at the Nizuc Spa, run by the renowned ESPA. The Spa offers many exclusive treatments fusing modern and Mayan techniques. One of the most coveted treatments is the purification of the skin with marine salt, followed by a massage with hot stones done using traditional Mayan techniques. The treatment ends with an invigorating head massage. These two hours of treatment promise to wind down body and mind. 

Despite the romantic and relaxing atmosphere, the resort is also family friendly; children are welcome. While parents relax at the beach or the spa, the little ones can enjoy a specially designed area just for them, The Winik ́s Kids Club! The kids can choose between participating in cooking classes, pottery, or visiting archeological sites in the region. The activities are available to children from the ages of 4 to 12 years old. The refined gastronomy provides the resort with a touch of paradise on Earth. There are 6 restaurants in total, all specializing in different cuisines such as the Mediterranean, Asian and Peruvian. At Ramona, the resorts Mexican restaurant, the guests enjoy a magnificent view of the beach while they relish in traditional fare. Various delights are featured in the menu such as the Ceviche Trilogy, Lobster with coriander sauce and crunchy octopus. You can truly customize your experience at the Nizuc Resort and Spa; from your dining experience to your activities, your room and beyond. The resort provides you with flavors, sights, and experiences that will satisfy all your senses.


Photos: Courtesy Nizuc

Don Angie – New York

Scott Tacinelli & Angie Rito open Don Angie in New York Husband and wife chefs reinvent Italian-American dining at their West Village destination.



A creative approach to Italian fare in New York

donangie @donangienyc


After becoming famous for creating chicken and parma pizza, a great success among the Americans, Scott Tacinelli and Angie Rito are responsible for a new dish that dominates the Instagram profiles of those who visit New York: Lasagna Pinwheels. This lasagna is served rolled up like a cinnamon bun, the most requested dish among visitors to the Don Angie restaurant, opened by the couple in 2017 in the West Village neighborhood. However, the pasta with a fun presentation is just one of the highlights of the creative menu that reflects the Italian-American origin of Scott and Angie. There, other classics of Italian cuisine blend into modern American cuisine. Among other sweethearts, Escargot Oregnata – in which shellfish from the Peconic Bay, on the coast of the state, are prepared in a Neapolitan way with garlic, oregano, and bread flour – and the handmade pasta menu is updated every season. The perfect order for those who can’t resist a night with lots of wine and quality food.

GRT Architects has injected the 60-seat interior of Don Angie with palpably Italian references phrased in a surprising and unfamiliar way. Guests are drawn to a rich and inviting interior with a contemporary color palette of greys, brass and subtle red accents. Carrara and dark Bardiglio marbles create a checkerboard pattern across the restaurant floor, one that is reminiscent of the classic Italian American tiled vinyl flooring.

Don Angie is open for dinner and brunch at the following times, and is located at 103 Greenwich Avenue in New York:

  • Sunday-Wednesday: 5:30pm-11:00pm
  • Thursday-Saturday: 5:30 pm-12:00am
  • Bar Opens at 5 pm

Photos: Courtesy Don Angie

Manhatta – New York

Danny Meyer’s Union Square Hospitality Group Opens Manhatta and Bay Room in New York City. The executive Chef Jason Pfeifer pairs down-to-earth hospitality with sky-high views on the 60th floor of Fosun’s 28 Liberty building in Lower Manhatta.



A breathtaking view of New York

manhatta restaurant @manhatta_nyc


Ever wondered what it would be like to enjoy a delicious dinner while having a breathtaking view of New York City? At the Manhatta restaurant and bar, opened mid-year on the 60th floor of a historic building in Lower Manhattan, it is possible. The Statue of Liberty and the famous Brooklyn bridges are some of the background cloths facilitated by the four glass facades that border the Union Square Hospitality Group’s restaurant and Bay Room event space. His name, therefore, was inspired by Walt Whitman’s celebrated poem “Mannahatta,” which says, “A city of swift and shining waters, a city of pinnacles and masts, a city nestled in bays, my city!” But the fascination of experience is not limited to the beauty of the city that never sleeps. The menu signed by Executive Chef Jason Pfeifer celebrates the best of modern American cuisine with a touch of French flair, while wine selection was thought to reflect the elegance of space combined with the intimacy of a neighborhood restaurant.

Manhatta offers a three-course, prix-fixe dining room menu as well as a more casual, a la carte menu available at the bar. The prix-fixe menu features dishes such as Peekytoe Crab with poached leeks and frizzled artichokes; Veal Blanquette with wilted greens and mushrooms; Lobster Quenelles with trumpet mushrooms and chervil; and Wagyu Bavette with Pommes Anna and Harbison cheese. For the sweet course, guests can choose from dishes such as a Warm Date Cake with crème Fraiche ice cream and whiskey sauce; Blackberries with walnut gelato and sabayon; and a Butterscotch Soufflé.

https://www.instagram.com/p/BzLbPgth3-A/?utm_source=ig_web_copy_link

Manhatta’s bar is led by Beverage Director Matt Whitney, who most recently served as sommelier at The Modern. At Manhatta, he aims to parallel USHG’s down-to-earth hospitality ethos by offering an approachable and satisfying range of wine and spirits that accommodate a variety of drinking preferences. Manhatta’s cocktail menu is rooted in the classics with its signature Manhatta cocktail and other Manhattan variations, but it also offers seasonal riffs inspired by the city’s history. The wine program highlights various regions of France, and in particular Burgundy, and combines a diverse mix of classic and well-known labels while introducing guests to up-and-coming producers from their favorite regions.


Photos: Courtesy Manhatta NY

Cap Beauty – New York

Founders, Kerrilynn Pamer, and Cindy DiPrima Morisse created the company to spread the power of naturals to as many people as possible.



Beauty Is Natural

capbeauty @capbeautydaily


The nearly 20 years of friendship between the businesswoman Kerrilynn Pamer and the stylist Cindy DiPrima Morisse have always been strengthened by their mutual interest in a refined and wellness lifestyle. The two then decided to come together to offer some of this world to others. That’s how CAP Beauty was founded, a store with more than 150 brands with 100% natural products. The proposal is that you use the power of plants to bring not only visual but also internal changes in who visits the concept store in West Village and indulges in the beauty secrets shared by the local vendors. For the duo, consuming natural products is a reflection of a modern lifestyle, so the physical space follows the same proposal with its pink quartz-lined floor and its illuminated shelves reinforcing the positive energy of the product selection. And to impress, even more, attached to the store is a spa where guests can indulge in beauty and relaxation treatments and connect even more with the elegant and pleasurable lifestyle nailed by Kerrilynn and Cindy.

At CAP Beauty we live by the philosophy that “Beauty is Wellness. Wellness is Beauty” and we exist to share the products, practices, and knowledge that create true radiance. We stock over 150 brands of products that are always 100% natural and teeming with nutrition and life force. At CAP Beauty the power of plants are at work to create change, both outside and in. Step inside our world and embrace the shift. High Vibrational Beauty starts here.


Photos: Courtesy CAP Beauty

David Mallet Salon – New York

Customers are served by the prestigious hands of hairdressers and senior colorists from Mallett’s French team.



Beauty À La Française

david-mallett @davidmallett


With clients such as singer Carla Bruni and actress Charlotte Gainsbourg, David Mallett is known to be one of the greatest hairdressers in the world. He recently opened his first salon outside of Paris in the Soho multi-brand boutique, The Webster. David promises his New York salon to be an extension of the original one, which opened in 2003 at the Ritz Paris in the heart of the French capital and was considered one of the most important beauty addresses in the City of Light. The 1,600 square-foot was fashioned by renowned French architect Charles Zana to be a very intimate and exclusive space, combining the grandeur of old-world high-standing with original architectural details of historic New York. Customers are served by the prestigious hands of hairdressers and senior colorists from Mallett’s French team, as well as David himself, who has crossed the ocean to pay special attention to his new space of beauty.

David Mallett is widely considered one of the best hairdressers in the world. To his clients, he is undoubtedly the most trusted one. At the age of 4, in suburban Australia, David Mallett had already decided to become a hairstylist. He has, in his own words, always been “quietly obsessed with hair”. It is an obsession that has been suitably recognized in the world of fashion and beauty. Over the course of his career, Mallett has been on call to many leading fashion executives, supermodels, stylists, and designers. His creative vision and technical innovation have contributed to some of the most iconic images in fashion advertising in the past two decades.


For instance, Karl Lagerfeld chose David to style Christy Turlington for Chanel; and he has also worked on flagship campaigns for Lancel, Dior, L’Oréal, Sonia Rykiel, Givenchy, Pirelli, and La Perla, to name a few. And he has built a trusted relationship with prominent photographers; including Bettina Rheims, David LaChapelle, Ellen Von Unwerth, Paolo Roversi, Peter Lindberg, Patrick de
Demarchelier, and Peter Beard.


Photos: Courtesy David Mallet Salon

Glossier – New York

Dreamy Natural Beauty



Girl Gangue

glossier @glossier


One of the favorite brands on the internet, with clients such as model Karlie Kloss and filmmaker Sofia Coppola, is the powerful beauty brand Glossier and has recently opened its first concept store. Its founder, Emily Weiss, always bet on communication that provoked proximity and identification in customers as the main strength of the brand, and this idea was extended to the physical space. The walls and decor of the store, located on Lafayette Street in New York, are millennial pink, reinforcing the promise to incorporate physically and mentally everything that makes the brand the success that it is. One of the environments, called the “Boy Brow Room”, is a tribute to his best-selling product: a natural filling gel for the eyebrows. All the details seem to have been cared for not only for customers to go there to try and acquire the famous products, but also to feed their Instagram with beautiful photos, reinforcing the value of Glossier on digital platforms.

Glossier Flagship, designed by Gachot Studios with architecture by P.R.O., will revolve around the touch and feel of the brand in real life. Created as an immersive community space where our customers can get to know us and each other, it’s both a physical and sensorial embodiment of what makes Glossier, Glossier. Customers will be able to hang out with our Offline Editors, test and shop our products, and immerse themselves in a Glossier universe which includes an experiential “Boy Brow Room.” Most importantly, they’ll be able to connect over beauty with old friends and new ones.

https://www.instagram.com/p/B8Upk-vBIMZ/?utm_source=ig_web_copy_link

Photos: Courtesy Glossier

Pine Cliffs – Portugal

The Pine Cliffs Resort has become one of Europe’s top holiday destinations and is now one of the best destinations in the Algarve region to relax and enjoy.



The world has discovered Portugal

pinecliffs @pinecliffs


It seems that in recent years, the world has discovered Portugal. In fact, this is not a real discovery, but we can almost call it an apology for having such a rich country in a lower category compared to other European nations. And despite the late recognition it is more than deserved. In addition to an immense cultural heritage, whether in the field of literature, the arts, or gastronomy, and a very important historical legacy, Portuguese landscapes please even the most experienced traveler. Its beaches on the Portuguese coast that have attracted tourists from all over the world, especially those from the Algarve region.

Much closer to the South of the country, the edge of the Algarve has a characteristic feature in the form of carved profiles and slopes of rocks that add to the beauty of the landscape. Right on top of one of these cliffs stands Pine Cliffs Resort, a member hotel complex of The Luxury Collection with all the attributes required for an excellent stay. On a 72-hectare site, in addition to the hotel’s headquarters and apartment villas, Pine Cliffs feature tennis and golf courses, a beach club, seven swimming pools, and a fantastic 1,000-square-foot spa, Serenity – The Art of Well Being, which alone is worth the visit. So if your plan is relaxing, book at least a couple of hours daily for the personal care that Serenity offers.


With 13 treatment rooms, including one of Japanese inspiration called Sakura, where you can make Thai, Ayurvedic, and Shiatsu massages. The sanctuary of relaxation also has an ice fountain, thermal baths, and hydrotherapy, and a space reserved for couples or groups of friends with a private jacuzzi and relaxation area. And for the experience of pure delight to be completed- 12 options of high gastronomy, among restaurants, bars, and cafes, bring the best of Portuguese cuisine. The proximity to the sea increases the choice of fresh fish and other seafood served in perfect combination with Portuguese wines.


Photos: Courtesy Pine Cliffs

Jncquoi – Portugal

As you climb the stairs, you will find a deli bar surrounded by a grocery store full of gourmet products – such as Italian truffles and Spanish hams.



Modern Lisbon

jncquoi @jncquoi


When visiting Lisbon, prepare yourself to spend a whole day enjoying the possibilities of Juncquoi (read: je ne sais quoi), located in the iconic Tivoli Theater building, built in 1924. Its three floors successfully bring together quality food and refined men’s fashion. In the basement, in addition to pieces of brands such as Valentino and Dolce & Gabbana selected by an Italian buyer, customers can make tailor-made pants, shirts, or suits. As you climb the stairs, you will find a deli bar surrounded by a grocery store full of gourmet products – such as Italian truffles and Spanish hams – and a wine cellar with rare labels, as well as the first balcony of the French Ladurée in Portugal. On the top floor is the restaurant with Portuguese and international cuisine led by chef António Bóia and a daring decoration signed by the Catalan architect Lázaro Rosa-Violán, responsible for the project of restoration of the space as a whole. Difficult to look away from, for example, is the full-size Velociraptor dinosaur skeleton replica already placed at JNCQUOI’s entrance.

Designed by the renowned Catalan architect Lázaro Rosa-Violán, the interiors focus on the singularity of each element — the full-scale Velociraptor sure is worth a mention — and the historical heritage of the building, examples include hundred-years-old frescos in the dining room, that make for the dramatic and stunning atmosphere. Whilst casually functional, the venue also fosters a sense of community. Whether it is breakfast as a couple, a dinner with friends, a business lunch, a five o’clock tea, a social gathering at the end of the afternoon, a birthday present, that unique wine that was missing for your dinner party or even a precise investment in the closet of the most discerning men, Jncquoi is here all day long to be part of the everyday life of the lisboetas as well as anyone visiting the city.


Photos: Courtesy Jncquoi

Swan Bevy Miami

Miami, FL November 2018 – Swan and Bar Bevy, the much-anticipated Miami Design District collaboration between Miami hospitality and nightlife visionary David Grutman’s Groot Hospitality, and Pharrell Williams, is now open featuring the cuisine of Top Chef Europe champ, executive chef Jean Imbert.



Pink Swan

swanbevy @swanmiami


A celebration of femininity. This is the architectural proposal of the restaurant Swan, a new venture of the musician Pharrell Williams in partnership with the entrepreneur David Grutman, recently opened in the Design District in Miami. The ambiance created by interior designer Ken Fulk is all rosé- from ceiling to floor literally through furniture. While the walls are adorned with portraits of divas, such as Cate Blanchett, Catherine Deneuve, and Linda Evangelista, and works of fashion illustrator David Downton, known for his work with brands like Chanel, Dior, and Tiffany. The menu signed by chef and the winner of the third season of Top Chef Europe Jean Imbert, is an unforgettable gastronomic adventure with influences from different parts of the world and local ingredients. Coupled with the Bevy Bar, the restaurant’s cocktail lounge upstairs is the place where guests are can spend a great time enjoying the DJ booth, karaoke and movie theaters, as well as exclusive drinks.

https://www.instagram.com/p/B6MInM1BNj6/?utm_source=ig_web_copy_link

With an emphasis on locally and sustainably sourced ingredients, Imbert’s globally influenced, the modern chic menu at Swan includes signature dishes such as Snapper Sashimi: Mango, serrano chili and pickled kumquats; Corn: Creamy polenta, popcorn, and brown butter; Ratatouille: Bell pepper, zucchini, eggplant, tomato; Dover Sole: Brown butter, capers, and lemon; Roasted Chicken: Curry-carrot purée, buckwheat, and vadouvan. Includes a collection of eclectic cocktails that complement the menu. Among them: Kalahari: tequila, watermelon chili, ginger, lime; and Mon Chéri: Cherry-infused buffalo trace bourbon, vanilla, angostura and chocolate bitters. Upstairs at Bar Bevy, the restaurant’s discreet cocktail lounge is an entirely different, electric experience, complete with DJ booth, karaoke, and screening rooms, and a separate menu of creative cocktails exclusive to space.

https://www.instagram.com/p/B8r6yclAxLe/?utm_source=ig_web_copy_link

San Francisco and New York-based interior designer and lifestyle curator Ken Fulk collaborated with Grutman and Williams to conceptualize the indoor/outdoor, 250-seat restaurant and upstairs cocktail lounge. Known for his irreverent style, Fulk drew inspiration for Swan from the surrounding Design District and the restaurant’s proximity to water, with a nod to old school pastel-hued Miami and Palm Beach, as seen in the soft tones of shell pink, creamy opal, and jade green. Adorning the walls over the custom banquette seating are works by fashion illustrator David Downton, known for his work with Chanel, Dior, Tiffany and portraits of celebs including Cate Blanchett, Catherine Deneuve, Iman, and Linda Evangelista. The restaurant’s centerpiece is a work of art in itself–a horseshoe-shaped bar covered in scalloped tile, topped with pewter and backed with glowing pink onyx.


Photos: Courtesy Swan Bevy

Carlos Souza

Impersonation of the term “Globetrotter” Valentino’s ambassador reveals his secrets in exclusive books but reserves the backstage for informal talks.

Catch him, if you can

@carlossouza1311

“The evolution of the world of fashion is constant and everything is going into digital. I wonder if sometimes in the future, in the next five, ten years, we’re gonna be saving trees and not having printing material. And everything is going to be digital”

The stamps on his passport reveal more about who he really is than his own identity: Carlos Souza, or simply Caco Souza, is a puzzle of high complexity, composed of fragments of all the places he has been and the functions he has performed – and this goes from model to Andy Warhol’s assistant, through photography and his lifetime position: being a father. The temptation to decipher the ambassador of Valentino finds encouragement in books or manuals, depending on how you approach this question – published by Assouline and authored by the traveler himself.

After his first work, “Caca’s Place”, launched in 2014, the Brazilian who for years lived in Rome and now resides in Paris, has returned to the pages of artistic literature with his ex-wife, Charlene Shorto. Together, they explored the little Portuguese paradise of Comporta, an idyllic destination that they have visited for 35 years, as an invitation from Pedro Espírito Santo. Sold out, Comporta Bliss is dedicated to the friend and host and reveals the facet of this scale, where we find Caca to discover that his life is, in fact, an open book.

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